Mostrando postagens com marcador estupro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estupro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

COMO SE TRATAVA O ESTUPRO EM 1833


terça-feira, 17 de maio de 2011

Diretor do FMI foi indiciado por agressão sexual, cárcere privado e tentativa de estupro.




Uma juíza de Nova York negou nesta segunda-feira um pedido de fiança para o diretor-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), o francês Dominique Strauss-Kahn, preso desde o sábado sob a acusação de agressão sexual, cárcere privado e tentativa de estupro.
Em uma audiência na cidade americana, a juíza Melissa Jackson decidiu que ele deverá permanecer preso para evitar que saia do país e não participe do julgamento. A decisão de manter Strauss-Kahn preso se baseou no risco de ele fugir dos EUA. "O fato de que ele estava prestes a embarcar em um voo [quando foi preso] levanta preocupações", disse a juíza Melissa Jackson.
As acusações foram feitas por uma camareira de 32 anos do hotel onde Strauss-Kahn estava hospedado, perto de Times Square





Uma outra suposta tentativa de estupro que teria sido cometida em 2002 na França por Dominique Strauss-Kahn, diretor-geral do Fundo Monetário Internacional, veio à tona na mídia francesa após sua prisão nos Estados Unidos, no sábado, sob a acusação de ter abusado sexualmente de uma camareira de hotel, em Nova York.

Anne Mansouret, uma vereadora socialista da região da Alta-Normandia, deu uma entrevista no domingo ao jornal Paris Normandie na qual afirma que sua filha, a jornalista Tristane Banon, sofreu uma tentativa de estupro por parte de Dominique Strauss-Kahn, em 2002.

Ele estuprou a camareira e tinha certeza que ficaria impune.  A juíza Melissa Jackson não aceitou a fiança proposta pela defesa no valor de hum milhão de dólares e o mantém preso num presídio em Nova York.  Ele foi transferido para o presídio de Rikers Island, localizado numa ilha de Nova York e está numa cela individual de 3,5 metros por 4 metros, segundo a Justiça da cidade. Rikers Island é uma prisão famosa, onde costumam ficar detentos que 
aguardam julgamento.

Vioência contra a mulher no Rio de Janeiro - Dez estupros por dia

Um levantamento realizado pelo Instituto de Segurança Pública apontou números alarmantes da violência contra a mulher no Rio de Janeiro. Vítimas contam histórias de agressões.
O número de estupros no Rio de Janeiro subiu 11% em 2010, segundo o Dossiê Mulher, divulgado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP). No ano passado, ocorreram 4.589 contra 4.120 casos registrados em 2009. De acordo com os dados, em média, 313 mulheres foram violentadas por mês. Isso significa que foram 10 estupros por dia em todo o estado. Segundo o relatório, do total de mulheres estupradas, 53,5% tinham até 14 anos. Além disso, na metade de todos os registros as vítimas conheciam o agressor (companheiros, ex-companheiros, pais, padrastos, parentes e conhecidos). Um dos dados que mais chamou a atenção do ISP foi o crescimento de 162% nos casos de estupro na região de Belford Roxo, na Baixada Fluminense.
“Esse aumento das notificações de violência contra a mulher não pode ser visto como um aumento da violência. O que aumentou foi a notificação, a visibilidade. Ganhou porque as mulheres que estavam nos segmentos territoriais onde hoje estão as Unidades de Polícia Pacificadora não são vitimizadas pela segunda vez”, disse a Chefe de Polícia Civil, delegada Marta Rocha.
Os tópicos de destaque da publicação foram: quanto ao delito ameaça, foram registrados 49.950 registros, aproximadamente 137 ameaças por dia. O crime de estupro, que atende à nova tipificação estabelecida pela Lei n°. 12.015/09, registrou um aumento de 25,0% no total de vítimas mulheres em relação ao ano anterior. 53,5% dos estupros praticados contra vítimas mulheres referiam-se a “estupro de vulnerável”, ou seja, as vítimas eram meninas de até 14 anos de idade. Quanto ao homicídio doloso, registrou-se uma queda de 19,4% no total de vítimas em comparação ao ano anterior, a primeira desde 1991.

A violência contra a mulher é uma das formas mais cruéis de atentado aos direitos humanos